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Parir em Paz

Parir em Paz

O sono

(…) os nossos filhos estão geneticamente preparados para acordar periodicamente. Os nossos filhos herdaram os genes dos sobreviventes, dos vencedores da dura luta pela vida. Não dormem de um só sono, pelo contrário, passam, como os adultos, por vários ciclos de sono durante a noite. A duração de cada ciclo é variável, entre apenas vinte minutos e um pouco mais de duas horas; a duração média vem a ser de hora e meia nos adultos, mas apenas de uma hora nos bebés. Entre cada ciclo, passamos por uma fase de “despertar parcial”, que facilmente se torna despertar completo.

Mesmo os especialistas que “ensinam as crianças a dormir” reconhecem esse fato; o objetivo dos seus métodos não é conseguir que a criança não acorde, isso é impossível. O que querem é que, quando acorda, em vez de chamar pelos pais, se mantenha calada até voltar a adormecer.

As crianças “estão de guarda” para se certificarem de que a mãe não se foi embora. Se o bebé consegue cheirar a mãe, tocar-lhe, ouvir a sua respiração, talvez mesmo mamar, volta a adormecer de seguida. Em muitas das vezes, nem a mãe nem o bebé despertam completamente. Mas, se a mãe não está, a criança acorda completamente e começa a chorar. Quanto mais tempo tiver chorado antes que a mãe lhe acuda, mais nervosa estará e também mais difícil de consolar.

(…)

Há sempre uma alma caridosa que explica aos novos pais: “Não se preocupem, isso apenas acontece ao princípio; à medida que cresce, dormirá cada vez mais.”

Como vai dormir cada vez mais? Os recém-nascidos dormem mais de dezesseis horas por dia; uma criança que durma mais entra em coma. Os adultos dormem cerca de oito horas por dia, ou menos, por isso, em algum momento do nosso crescimento, temos de ir deixando de dormir.

“Claro”, dizem alguns, “dormem menos horas no total, mas durante a noite dormem mais horas seguidas”.

Talvez isso aconteça em alguns casos; mas noutros acontece exatamente o contrário.
(…)

Investigadores norte-americanos estudaram os padrões de sono de um grupo de crianças, entregando questionários periódicos às mães. Todas as crianças incluídas no estudo tinham sido amamentadas durante pelo menos quatro meses, mas, aos dois anos, apenas metade continuava a mamar.

Observaram que o fato de acordar ou não durante a noite dependia do fato de a criança continuar a mamar ou ter sido completamente desmamada.

Estas últimas dormiam cada vez mais horas: nove horas seguidas aos sete meses e dez até aos vinte e quatro meses. As crianças que eram amamentadas pareciam seguir o mesmo caminho só no início; aos dois meses já dormiam seis horas seguidas e aos quatro meses, sete horas, mas depois dos quatro meses ficavam mais ativas e, entre os sete e os dezasseis meses, dormiam apenas quatro horas seguidas. Aos vinte meses dormiam sete horas (parece que por fim começavam a dormir!); mas era um falso alarme e, aos vinte a quatro meses, dormiam apenas cinco horas seguidas.

Também o tempo total de sono era diferente; as crianças que já não mamavam dormiam durante o dia uma ou duas horas mais do que aquelas que continuavam a mamar. Muitas das crianças que eram amamentadas dormiam com a mãe, mas passavam a dormir sozinhas pouco depois de deixarem de o ser. Estas crianças que dormiam com a mãe despertavam ainda com maior frequência durante a noite: aos vinte e quatro meses, as crianças que mamavam e ficavam com a mãe dormiam quase cinco horas seguidas; as que mamavam, mas que dormiam sozinhas, quase sete horas; as que não mamavam e dormiam sozinhas, nove horas e meia. … difícil saber se acordam porque estão com a mãe, ou se as deixam dormir com a mãe precisamente porque acordam frequentemente, ou se acordam igualmente, mas, quando estão noutro quarto, a mãe não dá por isso. Provavelmente, qualquer uma destas razões contribui um pouco.

A duração normal do período de lactação, para um ser humano, segundo diversos dados antropológicos e de biologia comparada, parece ser entre os dois anos e meio e os sete. Numa amostra de mães norte-americanas que faziam parte de grupos de apoio à lactação e que tinham amamentado durante mais de seis meses, a idade média do desmame encontrava-se entre os dois anos e meio e os três, e algumas crianças tinham mamado durante sete anos. As crianças desmamadas entre os quatro e os sete meses e que começavam a dormir durante mais horas seguidas mamavam menos do que o normal e dormiam mais do que o normal. O normal é aquilo que fazem as crianças de peito: acordar com maior frequência depois dos quatro meses.

Isso contribuiu para a sobrevivência dos nossos antepassados, permitindo que as crianças mantivessem o contato contínuo com a mãe. Não sabemos por que razão as crianças que são alimentadas artificialmente apresentam um padrão anómalo de sono. Os fabricantes de leite artificial continuam a procurar que o seu produto seja “o mais parecido possível com o leite materno”; pode ser que algum dia solucionem também este pequeno problema de excesso de sono nas crianças.


“Besame Mucho” do pediatra espanhol Carlos Gonzales

Divulgo: yoga especialmente dedicada a mulheres-mães que sentem a necessidade de encontrar gradualmente um espaço/tempo para si.

Minhas queridas,

Inspirada por 2 sábias irmãs**, em Fevereiro inicio uma aula de yoga especialmente dedicada a mulheres-mães que sentem a necessidade de encontrar gradualmente um espaço/tempo para si. À medida que os nossos bebés vão crescendo e vamos descobrindo as possibilidades de fazermos mais e mais coisas, frequentemente damos conta que não estamos a encontrar tempo para cuidarmos de nós, para resgatar a nossa própria energia. Quando nos equilibramos na nossa dinâmica interna, abrimos espaço para sentirmos em equilibrio todas as outras dinâmicas de que somos feitas... inclusivé a maternidade :-)
Proponho este encontro com o Ser às quintas-feiras – 12h00 no Daya. (o horário pode ser alterado conforme a disponibilidade das participantes).
Faremos uma aula experimental já na próxima quinta feira às 12h - está aberta a todas, gratuitamente e sem qualquer compromisso - necessito apenas que me confirmem a vossa presença
Aguardo-vos num abraço
Carla
Para inscrições e mais informações: 968221869 / doulacarlasilveira@gmail.com
** Graças Andreia e Shiri :-)

O SENTIDO E AS FUNÇÕES DA DOR DE PARTO

Gostei muito de ler ESTE texto sobre a dor no trabalho de parto.
Deixo-vos a conclusão mas não deixem de ler o texto completo.


Vimos que a dor no parto é um elemento frequentemente indesejado, mas fundamental para o trabalho de parto fisiológico. Na verdade, a dor activa na mulher os seus próprios recursos, tornando-a mais forte, enquanto a prepara para o vínculo com o seu bebé. A dor é fundamental na promoção da saúde. A sua eliminação gera complicações consideráveis. Acima de tudo, a eliminação da dor inibe a mulher do seu poder reactivo, tornando-a mais fraca. Além disso, sem a dor, a mulher perde a hipótese de uma importante experiência de auto-descoberta. O conhecimento da obstetricia deveria reconsiderar estes factores e ponderar se não valeria a pena trabalhar mais intensamente sobre estes temas antes do parto, investindo mais na analgesia natural e, portanto, na figura da parteira.

Certamente que o parto fisiológico, com a dor que o acompanha, só é sustentável com o apoio e a orientação de uma parteira sábia e paciente que tenha realmente tempo para este processo.


Verena Schmid



Tradução: Sandra Oliveira para BioNascimento

Revisão: Sílvia Roque Martins para BioNascimento

O parto é sagrado! O parto é AMOR!

Afinal, é a ponte entre o céu e a terra.... o momento em que uma nova alma chega ao nosso planeta. O que poderia ser mais sagrado?

Quando entramos em locais sagrados, reduzimos o nosso tom de voz e agimos com grande consciência e respeito. Será assim que os nossos bebés estão a nascer?

Se quisermos levar a sacralidade de volta ao nascimento, temos de preparar o local do nascimento como um espaço sagrado de parto. O que criamos para este dia, não precisa de ser religioso ou ritualística, basta simbolizar o nosso profundo apreço para com o ciclo da vida e mostrar a nossa gratidão para receber esta nova alma com amor e carinho.

Cada vez oiço mais mulheres a dizerem que parir não é apenas uma experiência agradável, é uma experiência ESPIRITUAL!

Imaginem um mundo onde todos bebés nascem sem trauma, onde as mães dão à luz com amor, confiança e prazer, onde as mulheres sentem o parto como algo fantástico!

Como isto afectaria todos os aspectos das nossas vidas!
Como isto afectaria o ser humano!

Fico feliz porque conheço cada vez mais bebés que nascem em locais sagrados e sei que são seres muito especiais!
São seres que vão mudar o mundo!
São seres que espalham amor por passam!

Parir tem de ser sinonimo de AMOR, muito AMOR!

Se querem saber mais espreitem aqui:

http://www.sacredbirthing.com/
http://www.calmbirth.org/
http://www.birthkeeper.com/
http://www.orgasmicbirth.com/
www.unassistedchildbirth.com/sensual/orgasmic.html

Encontros Maternos

Os Círculos de Mulheres, Grávidas e Mães, servem para colmatar uma lacuna da nossa sociedade, as mães estão cada vez mais sozinhas, cada vez mais desamparadas, sem terem com quem partilhar o que lhes vai na alma.

Vamos abrir um espaço para a reflexão e o aprofundamento sobre os papéis femininos, vamos partilhar experiências, vamos construir vínculos entre mulheres, vamos construir um grupo que propicia o nosso crescimento enquanto mães, mulheres e mamíferas!
Vamos?

O próximo encontro( encontros quinzenais ) será na quinta-feira, dia 3 de Fevereiro ( lua Nova ) ás 14 horas - Entrada Livre, quem quiser traga algo saudável para partilhar.

Local - Parir em Paz - Sintra, Sº João das Lampas, Bolelas ( ver mapa )
Mais informação e inscrições - euquero@parirempaz.com ou pelo telemóvel: 919267844

O bebé nasceu... e agora?

Após superarmos o parto, no qual andámos a pensar durante vários meses, deparamos-nos com um bebé nos braços, e, como costumo dizer, agora sim vem o grande desafio! Para mim o parto não é a pior parto ( como nos diz a sociedade ), para mim é mesmo a melhor parte :), já o que vem a seguir... e não digo isto para assustar, digo isto porque se fala muito pouco da necessidade do suporte físico e emocional no puerpério!

Uma mãe não deveria NUNCA ser deixada sozinha com um bebé recém nascido nos braços, como diz ( a grande ) Laura Gutman, toda a mãe puérpura merece companhia e sustento para submergir-se nas sensações oníricas da fusão emocional com o bebé.

Hoje em dia não contamos com uma comunidade de mulheres que nos sustenta, nos apoia, nos transmite a experiência e sabedoria das mulheres mais velhas, e, muitas as vezes, não sentimos as irmãs, tias, avós como referencia.

Mas que tipo de apoio precisam a recém mães?
Precisam da presença de pessoas que não colidem com os seus próprios desejos ou expectativas, com aquilo que a mãe deseja para o seu bebé! Nem de pessoas com ideias pré-concebidas sobre o que é certo ou incorrecto, pois isso irá acrescentar confusão e angústia. Acredito que basta olhar para dentro do nosso coração para encontrar uma maneira pessoal de nos relacionarmos com os nossos filhos.

A mãe não pode render-se às exigências e desintegração psicológica que envolve o cuidado de um bebé recém-nascido, a menos que tenha pessoas à sua volta, amorosas e sábias, a quem delegar tudo o que tenha a haver com "o mundo material".
Ás mães apenas compete fazer florescer a sua intuição, que a faz compreender o seu bebé, que permite sentirem o mundo como sente o seu bebé.

Encontrar as pessoas certas para sustentar mães puérperas não é fácil.
Devem de ser capazes de observar sem julgar, agindo apenas como facilitadoras do vínculo mãe/filho.

Porque acredito que não importa que as mães não façam as coisas certas, mas é importante fazerem aquilo que sentem e irem ao encontro daquele ser que acabou de nascer. Afinal quem decide o que está certo ou errado? Apenas e somente a mãe...

As mães não precisam de conselhos ou orientações práticas sobre como ser uma boa mãe, sobre como criar os seus filhos correctamente. Mas precisam de se sentirem acompanhadas, de não sentirem solidão. As dicas e julgamentos são dispensáveis.

Estar com uma mãe puérpera deve de ser um momento sagrado, cheio de respeito silêncio e amor.

A doula também presta serviços no pós-parto, nomeadamente no que respeita aos cuidados a ter com o recém-nascido, ajuda na amamentação, adaptação da família a um novo elemento.

O trabalho da doula de pós-parto é estar junto com da família durante esses primeiros dias, esclarecendo dúvidas, acompanhando os primeiros cuidados com o bebé, ajudando a mãe com a recuperação do parto e com o sucesso da amamentação.

Vários estudos científicos demonstraram que os pais que se sentem apoiados:

* Sentem-se mais seguros

* Adaptam-se mais facilmente à nova situação familiar

* Têm maior sucesso na amamentação

* Têm mais auto-confiança

* Têm menos Depressão Pós-Parto


As Doulas acompanham os casais durante a gravidez e o parto, mas também depois do nascimento dos bebés. Podes falar com uma Doula:

* No hospital, depois do nascimento do teu filho

* Ao regressar a casa, depois do parto

* Após teres o teu bebé em casa e te sentes desamparada

* Se o teu companheiro volta ao trabalho e ficas em casa sozinha

* Se te sentes cheia de medos

* Se o teu bebé chora muito e não consegues acalmá-lo

* Se não sentes prazer em dar de mamar

* Se estas triste ou com vontade de chorar

* Se te sentes desconectada, irritada com o bebé

* Se o dia é muito longo quando estas sozinha

* Se não sabes a quem fazer as tuas perguntas

* Se estas angustiada e não tens ninguém realmente disposto a ouvir-me

* Se não consegues brincar com os teus filhos mais velhos

* Se te sentes culpada por algo

* Se estas exausta

* Se te diagnosticaram uma depressão pós-parto

Considerando que o Puerpério é uma etapa que se pode prolongar até aos dois anos de idade do bebé, a frequência e a duração dos encontros dependem das necessidades de cada mãe / família.

O que faz uma Doula no acompanhamento pós-parto?

Os serviços variam de acordo com as necessidades da mãe e da família. A Doula faz o que for necessário para que mãe possa cuidar e apreciar o seu novo bebé, prestando apoio emocional e físico. Apoia a mãe e os restantes membros da família a transitarem calmamente para a sua nova situação familiar.

Pode ajudar na amamentação, na pequena lida doméstica, no cuidar de outros filhos do casal, etc. A doula encoraja a mãe a cuidar de si mesma e do seu bebé, para que ambos passem mais e melhor tempo juntos. Pode também partilhar informação sobre puericultura e ajudar o parceiro a apoiar a mãe. O nosso objectivo é o de "empoderar" a mãe, lembrando-lhe da sua capacidade inata para cuidar, amamentar e amar o seu filho.

O serviço base de doula pós-parto inclui:

* Encontros regulares

* Apoio na amamentação

* Apoio informativo nos cuidados com o bebé

* Apoio na pequena lida doméstica

* Apoio com outros filhos do casal

* Apoio telefónico e via email



Mais informações: euquero@parirempaz.com

DIVULGO: CURSO DE ACONSELHAMENTO EM ALEITAMENTO MATERNO

A Associação SOS Amamentação, irá realizar um curso de Aconselhamento em Aleitamento Materno ( 40 horas), segundo as recentes directivas da OMS/Unicef .
Este curso será destinado prioritariamente ás voluntárias e colaboradores da SOS Amamentação, mas está aberto a profissionais e mães que trabalham ou estão interessadas em trabalhar nesta área de apoio ás mães e suas famílias no período de gravidez, parto, pós-parto e aleitamento materno.


INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO: OBJECTIVOS

• Desenvolver competências sobre aleitamento materno;
• Desenvolver a capacidade de ouvir e aprender por parte dos profissionais de saúde e voluntários;
• Desenvolver a capacidade de desenvolver confiança e dar apoio, por parte dos profissionais e voluntários;
• Providenciar conhecimentos e bases científicas sobre o processo do aleitamento materno;
• Melhorar os conhecimentos sobre a fisiologia da lactação e alterações mamárias, tendo em vista uma mais cuidada orientação;
• Fornecer instrumentos práticos para alterar comportamentos e atitudes de profissionais e cidadãos face ao aleitamento materno;
• Dar a conhecer as orientações da OMS/Unicef para o sucesso do AM
DESTINATÁRIOS• Voluntários (e candidatos) e colaboradores Sos Amamentação.Profissionais de saúde e outros profissionais interessados em trabalhar no apoio ao AM

DATA:
5,12,19,26 de Fevereiro e 5 de Março ( a confirmar)


HORÁRIO: Sábados – das 9 ás 17,30h

PREÇO:
175 € ( condições especiais para as que já são voluntárias ou colaboradoras Sos Amamentação)
Inclui manual de formação, cd com materiais complementares e coffeebreak

FORMADORAS:
• Teresa Santana Félix
Professora da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstétrica, Formadora em Aleitamento Materno (OMS/Unicef - desde 1996), Co-fundadora e Voluntária Sos Amamentação ( 1998), mãe de 1 filha
• Ana Lúcia Freire
Conselheira em Aleitamento Materno (OMS/UNICEF), Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstétrica, Consultora de Lactação certificada internacionalmente pela IBCLCE – nº de membro 309-75970, Colaboradora na Divisão de Saúde Reprodutiva da Direcção-Geral de Saúde, mãe de 3 filhos
• Isabel Rute Reinaldo
Conselheira ( 1996) e Formadora (2009) em Aleitamento Materno (OMS/Unicef), professora do Ensino Básico e Secundário, Co-fundadora e Voluntária Sos Amamentação ( 1998), mãe de 8 filhos

LOCAL: Na área de Lisboa – a definir brevemente, assim como Hospital para prática clínica

Em breve disponibilizaremos o programa definitivo.


PRÉ – INSCRIÇÃO: envie um email referindo o seu interesse em participar neste curso e enviando os seguintes dados:
NOME COMPLETO:
MORADA:
CONTACTOS ( TM,EMAIL, TELEFONE FIXO):
PROFISSÃO E FORMAÇÃO:
FILHOS E EXPERIÊNCIA DE AMAMENTAÇÃO:
EXPERIÊNCIA EM APOIO A MÃES:
MOTIVAÇÃO PARA O CURSO:
O QUE DESEJA FAZER APÓS O CURSO:
DISPONIBILIDADE PARA COLABORAR VOLUNTARIADO SOS AMAMENTAÇÃO:

Aguardamos o vosso contacto,

Um abraço cordial

Isabel Rute Reinaldo e Teresa Santana Félix
Direcção Sos Amamentação
Tm 93 416 94 66 / 93 430 09 06

Vamos "descomplicar"?

Não é mais fácil esquecer o relógio e amamentar quando o bebé quer? Para quê complicar?

Não é mais fácil adormecer um bebé ao colo, ou na maminha em vez de o deixar a chora? Para quê complicar?

Não é mais fácil deixar o bebé dormir perto de nós, do que nos levantarmos 5 vezes durante a noite? Para quê complicar?

Não é mais fácil andar com o bebé ao colo ( num pano, num sling, num porta-bebés )e conseguir fazer o que queremos? Para quê complicar?

Não é mais fácil dar banho ao bebé quando ele quer, e quando nos dá mais jeito? Para quê complicar?

Não é mais fácil intruduzir os solidos quando o bebé está preparado? Para quê complicar?

Não é mais fácil alimentar o bebé com a nossa comida em vez de fazer comidas especiais para o bebé? Para quê complicar?

Não é mais facíl desmamar o bebé quando ele quiser em vez de lhe tirar a maminha repentinamente? Para quê complicar?

Mães, vamos "descomplicar"! Oiçam o vosso coração, não leiam tantos livros nem deixem que a opinião dos outros vos afecte! VAMOS DESCOMPLICAR!


Mais ideias para "descomplicar"?

Violação... sim ou não?

Ela chora.
Ele sorri e diz que não custa nada...
Ela está nua, sente-se frágil e vulnerável.
Ele coloca a mão na sua vagina, mas ela pede para ele não o fazer....
Ele não ouve. Continua enquanto ela grita. Dói.
É para teu bem diz ele...

Depois vem outro e faz o mesmo. E outra ...

Deixam-na sozinha.
Ela chora.

É uma violação? Não... é apenas uma mulher a parir..

Não é uma violação?

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