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Parir em Paz

Parir em Paz

Lua Nova de Março

" Por fim, este é o tempo de nos desapegarmos de tudo aquilo que já não nos serve, desde as nossas próprias crenças – por vezes, mesmo aquelas sobre as quais erguemos a nossa vida – até às pessoas ou situações que não mais pertencem ao nosso presente. Aqui estão incluídos muitos objectos materiais inúteis que acumulamos em casa, o peso que acumulamos no corpo, a dor que acumulamos no coração ou os medos que acumulamos na psique. Deixemo-los partir com a água de Peixes, sob a influência purificadora da Lua Nova, mesmo que nos pareça demasiado difícil. Mais difícil será viver a arrastar tais pesos.

Resta dizer que não vale a pena pensar que nos podemos esconder da Verdade, quando sete luzes brilham sobre a nossa cabeça. Se queremos viver de acordo com os ritmos cósmicos, este é o momento de a reconhecer e aceitar a Verdade. E a Verdade |nos| libertará. "

A Nova Heroína

"A Nova Heroína, a nova mulher que emerge deste novo paradigma planetário que vai transformar as nossas sociedades, liberta-se da velha e milenar ilusão de que se deve cortar dos seus instintos femininos, afundando-se na culpa e no medo que estes lhe incutiam. É uma mulher que aceita aprofundar o mistério sagrado da sua sombra, para reconhecer e integrar o conflito corpo-alma, que a manteve séculos indefesa e bloqueada. A mulher que deixa de temer, cada vez mais, a paixão que a percorre nas fibras do seu corpo. Que aceita conectar-se com as suas profundezas inomináveis, que sabe tornar-se na dança das suas próprias emoções sem as recear, que é bem consciente da sua natureza animal nos seus músculos adormecidos, e que expressa e integra consciente de que a sua total identificação não é com uma parte, mas com o Todo essencial que a habita. A mulher que, lidando com a sua sombra, aceita os ciclos da vida-morte-vida e que em cada um desses renasceres dá à luz novas e maravilhosas expressões do seu Self-Alma feminina. Assim ela aprende a equilibrar corpo-Alma reconhecendo ambos como divinos e construindo o seu ego por relação a esta verdade, num caminho em que o ego se rende gradualmente à vida da Ama.
Quando a mulher aprende a diferenciar instintos, ego, espírito, ela deixa de tentar possuir um ou outro (assim sempre acaba sendo possuída pelo oposto). Quando a mulher experiencia o seu Self Alma através do reconhecimento e aceitação dos opostos, então ela pode conscientemente descansar na sua FEMINITUDE, voltar para casa em Si mesma e permitir que a Vida, sempre sagrada, a inunde através do seu próprio SER. Esta mulher é a nova heroína, aquela que construirá a nova terra.
 
In,  A MISSÃO DA SUA VIDA, de Vera Faria Leal, Edt. Nascente                                                                                                                          




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