Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Parir em Paz

Parir em Paz

Pela paz no parto

É urgente deixarmos as mulheres PARIREM EM PAZ!!!

As Mulheres escolhem dar à luz nos hospitais, porque acreditam que é "mais seguro" do que o parto domiciliar.
Mas a verdade é que o trabalho de parto e parto, na maioria dos hospitais, cria um conjunto de respostas fisiológicas que realmente ocorrem quando nos sentimos inseguros e desprotegidos. No ambiente hospitalar típico, as mulheres são perturbados, e há falta de privacidade, o que contribui de forma poderosa para a libertação de hormonas de stress, como se as mulheres estivessem em alerta...com uma atitude de "luta" fisiológica ou fuga.

Uma mulher pode acreditar que o hospital é um ambiente seguro e protegido, mas o seu corpo reage de forma bastante diferente... Afinal ainda somos mamiferas :)

Não importa o que diz a cabeça... ou aquilo que a sociedade nos foi transmitindo sobre a segurança do parto.... o corpo recebe a mensagem clara, respondendo a um nível primal intuitivo, ou seja, passando automaticamente em modo de alerta ou fuga... libertando adrenalina, oposta á oxitocina ( produtora de contracções uterinas ) parando assim drasticamente o processo de parto e nascimento, fazendo com que as mulheres sejam "forçadas" fisiologicamente, dando-lhes drogas para acelerar o trabalho de parto, o que o torna mais difícil.

Enquanto não percebermos que uma mulher em trabalho de parto tem necessidade de não ser perturbada.... continuamos a ter o cenário de taxas de cesarianas a aumentar para quase 40%, o uso rotineiro de epidurais em trabalho de parto, e o uso de intervenção com forceps ou ventosas.

Mãe escreve livro para ajudar outras mães a lidar com a perda de um filho

"Tinha leite no peito, mas não tinha bebê para mamar. Tinha barriga de pós-parto, mas não tinha bebê no colo. Tinha quarto de bebê pronto, mas não tinha ninguém para dormir ali ou usar o enxoval preparado com todo carinho. Além da imensurável tristeza (...) falar dos seus filhos que partiram não as ofende, pelo contrário! Queremos honrar a história deles. Queremos homenageá-los. Queremos reconhecê-los. Eles vieram ao mundo, e foram amados. E são nossos filhos, onde quer que estejam! E ignorar isso é muito rude, além de ser dolorido” (...)

http://maternar.blogfolha.uol.com.br/2015/02/23/mae-escreve-livro-para-ajudar-outras-a-lidar-com-a-perda-de-um-filho/

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2009
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2008
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2007
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub