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Parir em Paz

Parir em Paz

Bébe ecologico = Bebé saudável

Os bebés quando nascem são seres frágeis, e todo o cuidado é pouco com a sua segurança. Com as alternativas ecológicas temos a certeza de que eles não vão ter contacto com substâncias prejudiciais à saúde. A presidente da Quercus, Susana Fonseca, foi mãe há pouco tempo e deixa conselhos ecológicos para ajudar as crianças a crescer saudáveis.

Dar ao seu filho fraldas, alimentos e roupa natural não é apenas uma questão ambiental. É também zelar pela sua saúde. "Não é difícil encontrar produtos ecológicos para os bebés. Mesmo em Portugal, basta pesquisar na Internet", diz-nos Susana Fonseca, presidente da Quercus. A ambientalista sabe do que fala, pois foi mãe há três semanas e confessa que perdeu muito tempo a pesquisar soluções mais saudáveis e ambientais para a filha.

O primeiro conselho dado pela recente "ecomãe" é a utilização das fraldas de pano: "São as melhores para a pele do bebé, pois não têm compostos químicos, a que algumas crianças são alérgicas". Reutilizáveis, não são um resíduo prejudicial ao ambiente, já que as fraldas comuns são um veneno para a natureza: um recém-nascido pode gastar oito ou mais por dia por dia e o facto de 30% delas serem feitas de plástico faz com que uma fralda demore 450 anos a decompor-se.

Susana Fonseca recomenda também detergentes ecológicos para lavar as fraldas, recusando usar amaciador, secá-las na máquina ou passá-las a ferro. Há crianças alérgicas aos químicos dos amaciadores, que poluem os lençóis de água. As altas temperaturas também são dispensáveis na lavagem: "Basta lavar as fraldas a 40 graus e usar um desinfectante biológico." Secar na máquina é um gasto energético dispensável "num país com tanto sol", e passar a ferro faz com que percam a capacidade de absorção, conta. Isto serve também para toalhetes e discos de amamentação, que deverão ser feitos de tecidos orgânicos.

Outro ponto importante é a alimentação da criança. Para evitar resíduos (dos frascos de comida) e sujeitar o bebé a produtos desconhecidos, que tal preparar-lhe os alimentos à boa maneira antiga, com produtos frescos biológicos? A ambientalista chama também a atenção para os biberões escolhidos para o bebé. "Os de vidro são os melhores, pois são um material mais estável do que o plástico", recomenda. Susana Fonseca alerta para o facto de o plástico se deteriorar com o uso, pois lida com temperaturas muito altas. "Alguns plásticos libertam a substância bifenol A, que já foi banida em muitos países", diz.

Também alguns cremes podem conter produtos químicos prejudiciais. E isto é válido mesmo para a gestação: "Durante a gravidez é preciso cuidado com as substâncias dos cremes, pois são facilmente absorvidas pela pele e podem passar para o bebé", assim como os cremes para o peito da mãe que podem contaminar o leite materno. Como solução, a ambientalista refere o óleo de amêndoas doces: "É acessível, ecológico e resolve o problema da desidratação da mesma maneira.


http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1205688&seccao=Biosfera

E vocês são ecomães?

Noticia do correio da Manha que não me deixou surpreendida....

«Uma associação de consumidores dos Estados Unidos alertou para dezenas de marcas de produtos de higiene para bebés que contêm produtos cancerígenos, detectados em testes de laboratório.


Dos produtos testados, 23 continham Formol e 17 continham tanto Formol como Dioxana. Segundo o instituto norte-americano para o cancro, estudos mostraram que cancros dos seios nasais, da garganta, da faringe e por vezes leucemias podem estar ligados à exposição ao Formaldeído.

Entre as marcas visadas, figuram o muito popular champô Johnson’s Baby, que, segundo os testes, contém Formaldeído em quantidade suficiente para provocar uma reacção alérgica cutânea. »

Produtos químicos podem atravessar placenta até o bebe

Substâncias químicas encontradas em perfumes e produtos de limpeza podem atravessar a placenta e atingir o bebe, segundo uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha pelas organizações ambientais Greenpeace e Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

Ambas as organizações pedem uma mudança na lei para que esses químicos sejam proibidos.

Especialistas, entretanto, dizem que não existe motivo para alarme já que não há evidência de danos causados pelos químicos.

A pesquisa analisou o sangue retirado do cordão umblical de 27 recém-nascidos e 42 mães que haviam dado a luz havia pouco tempo.


"É assustador que esses químicos estejam presentes no corpo humano, especialmente nos primeiros estágios da vida, quando o corpo humano está mais vulnerável", diz Helen Periver, do Greenpeace.


"Não é surpresa nenhuma encontrarmos no sangue substâncias que estão no meio-ambiente", diz Andrew Shennan, obstetra e porta-voz da Tommy , organização britânica que defende os direitos dos bebes.


BBC Brasil, 09/09/05

Evite as siglas PEG, POE, as terminações em eth e os eters, evite os parabenos (todos), DEA e TEA, DMDM hidantoína, bromopol, formaldeído, quatérnio 15, Sodium Lauryl Sulfate (lauril sulfato de sódio), corantes e fragrâncias (que não especifiquem se contém ou não talatos, se foram ou não testadas para hipoalergenicidade), polysorbato 60 e 80 ( os outros não são problemáticos).

Mais info aqui http://leiaorotulo.blogspot.com/

CUIDAR DO RABINHO DO BEBÉ

publicado no nº 22 da TesteSaúde:

"PREFIRA FÓRMULAS SIMPLES
A composição deste tipo de produtos deve ser o mais simples possível.
Quanto mais complexa for a fórmula, maior é o risco de o produto
conter substâncias que podem ser tóxicas ou susceptíveis de provocar
alergias ao bebé.
Alguns produtos, como é o caso da pomada HALIBUT, e dos cremes
ERYPLAST e ZELDERME, contêm vitamina A ou óleo de fígado de peixe
(rico nesta vitamina).
Ora, a Vitamina A, além de não ter um efeito notório no tratamento do
eritrema (vulgo "assadura"), quando utilizada de forma contínua pode
provocar uma concentração excessiva no organismo do bebé, podendo ser
tóxica, sobretudo no caso de bebés com menos de um mês e eritrema
declarado.
Por isso, deve evitar-se a utilização contínua de produtos que
contenham esta vitamina.
Os cremes que incluem anti-sépticos (como é o caso do ERYPLAST, do
ZELDERME, do BALMEX e do LAURODERME) também não são aconselháveis.
O ácido salícílico, presente na pasta LAURODERME, é outra das
substâncias que exige uma atenção especial, pela sua toxicidade
reconhecida e por ser facilmente absorvido pela pele.
Outros produtos, como por exemplo, o Benjoim do Sião (presente no
MITOSYL) são susceptíveis de provocar alergias, pelo que também devem
ser evitados.
Todos os produtos em cuja composição entrem anti-sépticos, vitamina A
e substâncias alergizantes, sejam ou não medicamentos, devem advertir
os pais para as possíveis contra-indicações, o que nem sempre
acontece."

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