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Parir em Paz

Parir em Paz

Spa de parto...

"Concebida por Darling Dushinka, a banheira para parto é equipada para tornar esse momento ainda mais agradável: tem assento ajustável, jactos de massagem, barras superiores e outros apoios, além de um assento à frente para o futuro papai.

Além disso, um "simulador de cascata" e a iluminação suave mantêm a mãe mais tranquila durante o trabalho de parto.

Quem quiser a experiência completa pode utilizar também outros recursos que compõem uma espécie de "spa do parto", que emprega tecnologias usadas em hospitais a métodos naturais e não-invasivos. "

Tribuna do Norte
http://www.tribunadonorte.com/index.php?setor=DETALHESNOTICIA&nid=131952

Será assim tão difícil de perceber que é preciso tão pouco para uma mulher ter um parto tranquilo... que invenção... Spa de parto... ao que chegamos...
Não quer dizer que não estou de acordo, esta banheira pode ser útil, não digo que não, mas preocupa-me a vertente comercial e o oportunismo... é preciso tão pouco para parir, no meu ponto de vista, estão a tirar a magia ao parto natural...
Faz-me lembrar a cadeira de parto da Mac...

O que acham disto?

Hospitais privados e seguros de saúde...

«Algumas maternidades privadas estão a transferir para os hospitais públicos as parturientes que precisam de internamentos mais prolongados quando estas ultrapassam os limites dos seus seguros de saúde, situação que a nova regulamentação do sector deverá evitar.

Cada vez mais frequentes por causa dos seguros de saúde - que já comparticipam as despesas de dois milhões de portugueses - os partos nas maternidades privadas correm normalmente sem complicações, embora o risco exista, disse à Lusa o presidente do Colégio de Especialidade Ginecologia/Obstetrícia da Ordem dos Médicos.

Luís Graça, que exerce no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, explicou que 85 a 90 por cento dos casos de ginecologia e obstetrícia são de baixo risco, o que significa que entre 10 a 15 por cento são situações de risco médio e elevado.

São estes últimos casos que podem complicar-se e obrigar a internamentos mais prolongados. O nascimento de prematuros é um exemplo das situações mais complexas, mas também os casos em que a mulher precisa de um acompanhamento.

Segundo Luís Graça, e ao contrário do que algumas instituições privadas dão a entender, nenhuma maternidade privada tem uma unidade de cuidados intensivos neonatais. Como só os hospitais públicos dispõem desta valência, os casos mais complexos que passam pelas instituições privadas e que precisam de cuidados intensivos neonatais são transferidos para as do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Luís Graça não critica estas transferências, que também acontecem entre instituições públicas, nomeadamente de hospitais sem grande resposta técnica e diferenciada para instituições de referência na área, como o Hospital de Santa Maria e a Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, ou o Hospital de São João, no Porto.

O especialista critica antes a "publicidade enganosa" que algumas maternidades privadas fazem, dando a entender que dispõem de todo o tipo de resposta na área de ginecologia e obstetrícia.

"As maternidades privadas deveriam esclarecer devidamente os clientes de que certos casos poderão não ter resposta nestas instituições", acrescentou.

Mas Luís Graça alerta ainda para outro tipo de transferências das maternidades privadas para as públicas e que têm a ver com os seguros de saúde: "Os casos mais complicados precisam de mais dias de internamento, mas quando o limite do seguro é ultrapassado, o hospital privado encaminha o doente para o público que tem de aceitar a parturiente e a criança, pois estas também têm direito ao SNS".

À Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, chegam casos destes, encaminhados por hospitais privados e de parturientes que ultrapassam os limites dos seus seguros de saúde, disse à Lusa o presidente do conselho de administração.

Segundo Jorge Branco, estes casos são conhecidos e cada vez mais frequentes, devido ao crescimento do número de seguros de saúde em Portugal.

Jorge Branco reconhece que, em alguns casos, a transferência ocorre durante o internamento das parturientes e que estas e as suas crianças são sempre recebidas pela instituição.

"Não podemos abandonar as doentes", afirmou, embora defenda que o internamento devia começar e acabar na instituição que acolheu a grávida.

Luís Graça, que trabalhou na proposta de regulamentação das maternidades privadas, sobre a qual a ministra da Saúde deverá em breve pronunciar-se, revelou que a futura legislação deverá evitar estas situações.

A solução passa por impedir que as maternidades privadas recusem os partos com gestação inferior a 32 semanas, os quais em princípio necessitarão de cuidados intensivos neonatais.

Para as instituições sem serviço de urgência, como o Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa, em Lisboa, é proposto que os partos só se realizem quando a gestação tiver mais de 34 semanas.

Luís Graça não sabe se as propostas serão acatadas por Ana Jorge, mas acredita que a medida imporá algumas regras num mercado que cada vez mais é vendido à conta de "alguma publicidade enganosa".

A Lusa consultou alguns sites e encontrou instituições que efectivamente garantem respostas a todos os níveis. O Hospital da Luz, em Lisboa, por exemplo, escreve que a sua maternidade tem "capacidade para responder a qualquer situação de parto, bem como para contribuir de uma forma decisiva para a confiança, conforto e bem-estar das suas clientes".

Luís Graça reconhece que as instituições privadas que abriram recentemente em Portugal - como o Hospital da Luz, a Cuf Descobertas ou o Hospital dos Lusíadas, todos em Lisboa - estão tecnologicamente muito bem apetrechadas. Contudo, o especialista alerta: "Nenhum doente é tratado por paredes".

A Lusa contactou o Instituto Português dos Seguros (IPS) e a Associação Portuguesa de Seguradoras (APS), mas nenhuma destas entidades quis pronunciar-se sobre a matéria.

Dados da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) indicam que existem 25 maternidades privadas em Portugal. Dos 100 mil nascimentos anuais, cerca de 20 mil ocorrem em instituições privadas.»

Público

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1346717

Ofertas na Maternidade...

Para quando um estudo destes cá em Portugal, onde para alem do kit duvidoso ainda oferecem chuchas??

«Médicos franceses questionam kits distribuídos em maternidades.
Associação diz que produtos têm forte controle de qualidade.

Da France Presse

Cientistas, médicos e diretores de centros de saúde franceses declaram guerra contra os "kits de recém-nascidos" distribuídos para as mães nas maternidades, considerando-os um verdadeiro "coquetel tóxico".

Estes estojos contêm diversos produtos, com cremes, gel de banho, água mineral, toalhinhas umedecidas perfumadas, etc.

"Temos grandes suspeitas com relação a muitos desses produtos", declarou à imprensa Olivier Toma, presidente do Comitê para o Desenvolvimento Durável em Saúde (C2DS) e diretor de hospital.

O químico especialista em tóxicos André Cicolella destacou, por sua vez, que esses produtos contêm cada vez mais conservantes, alguns dos quais interferem no sistema hormonal dos usuários.

Neles podem ser encontrados também o ácido EDTA (ácido etileno diaminotetracético), um estabilizador de produtos que pode ser reprotóxicos; bisfenol A, substância classificada como tóxica no Canadá; Fenoxietanol, que favorece a absorção de um produto pela pele e que pode ser perigoso para o sistema nervoso e para o sangue, e outras substâncias suspeitas de serem cancerígenas.

Finalmente, a água mineral incluída nesses kits pode conter nitratos em excesso, segundo o Comitê.

O oncologista Dominique Belpomme destacou que "doses muito baixas de perturbadores endócrinos podem incidir no surgimento de câncer de mama ou de próstata 30 anos mais tarde".

Em resposta, a Federação Francesa de Empresas de Beleza (FEBEA), afirmou que "os produtos cosméticos para crianças são controlados estritamente" e que, em caso de dúvida, a agência de segurança sanitária "ordena que sejam imediatamente retirados do mercado".

Os laboratórios Expansciences, fabricantes dos produtos para bebês Mustela, afirmaram nesta quinta-feira que só utilizam "ingredientes autorizados".

"Os produtos para bebês são sumamente regulamentados na França", reagiu Philippe Msika, diretor do Expansciences.

Os cientistas e médicos dizem que embora os industriais respeitem os limites autorizados, o problema está na "repetição das doses" e na duração da exposição.»

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL764924-5602,00-CIENTISTAS+DECLARAM+GUERRA+CONTRA+COSMETICOS+PARA+BEBES.html

Primeiro bebé português a nascer dentro de água num hospital


Simão Pedro foi o primeiro bebé português a nascer dentro de água em contexto hospitalar. O parto aquático realizou-se terça-feira, numa banheira portátil, na Ordem da Lapa, no Porto, e teve o acompanhamento de duas enfermeiras, um obstetra e um pediatra.
Simão é assim o 17.º bebé a nascer dentro de água no nosso país, mas o primeiro numa unidade hospitalar. As outras 16 crianças nasceram em ambiente domiciliário. Em todo o mundo, estão registados cerca de 45.000 nascimentos na água.


"Com 2,8 kg, Simão Pedro nasceu em boas condições de saúde", contou, ao JN, Isabel Ferreira, uma das enfermeiras especialistas em saúde materna e obstetrícia que acompanharam os pais do bebé antes e durante o nascimento.


"O parto durou três horas e meia e foi antecedido de duas sessões preparatórias em duas piscinas da cidade", sublinhou Isabel Ferreira, que esteve propositadamente na Bélgica, durante uma semana, a participar num curso sobre esta modalidade de nascimento.
"A água alivia a dor, permite um parto mais rápido e sem auxílio de medicamentos", especifica a enfermeira.


Por definição, o parto na água acontece quando a mãe dá a luz com os genitais totalmente cobertos de água, embora o bebé possa nascer dentro ou fora da mesma.
Para um parto em boas condições, a água deve estar aquecida, entre 35 e 37 graus celsius, aumentanto a irrigação sanguínea da mãe e a diminuição da pressão arterial, além do relaxamento muscular.


Alguns médicos defendem que o parto na água pode não ser seguro, porque o bebé pode aspirar água. No entanto, os registos de incidentes nos partos aquáticos são muito raros.
Além da enfermeira Isabel Ferreira, o primeiro parto aquático numa unidade hospitalar em Portugal foi clinicamente acompanhado pela enfermeira Teresa Marinho e pelas médicas Matilde Cordeiro e Lurdes Lemos.
Jornal de Noticias
http://jn.sapo.pt/paginainicial/sociedade/interior.aspx?content_id=967068

????? Ministra da Saúde não aceita que sejam as grávidas a decidir a forma como dão á Luz???????

Parto por cesariana está a gerar polémica no sector da saúde

«A ministra Ana Jorge está preocupada com a disparidade entre os números de cesarianas nos hospitais públicos e nos privados


A ministra da Saúde não aceita que sejam as grávidas a decidir a forma como dão à luz, numa altura em que se discute a liberdade de escolha entre o parto natural e a cesariana.

A Associação Portuguesa de Bioética defende que as mulheres devem poder escolher entre uma cesariana e um parto normal, no serviço nacional de saúde, tal como acontece no privado.

A ministra da Saúde, Ana Jorge, está preocupada com a disparidade entre os números de cesarianas nos hospitais públicos e nos privados.

A Associação Portuguesa de Bioética concorda e quer que as mulheres tenham liberdade de escolha no sector público tal como já acontece no privado, mas para quem pode pagar.

Equidade e justiça social são as bases de um parecer onde se põe em causa se a cesariana é mais cara que o parto normal.

O parecer foi enviado ao Ministério da Saúde mas, ao que tudo indica, não vai sair do papel. Ministra da saúde e Bastonário da Ordem dos Médicos não querem medicina a pedido.

A ministra promete agir se as auditorias mostrarem práticas abusivas na privada. A Ordem dos Médicos promete sanções para quem actuar de modo diferente nos dois sistemas.
RTP»

Fonte:RTP


http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=336303&visual=26


!!!!!!Mas como é que a ministra da Saúde não aceita que sejam as grávidas a decidir a forma como dão à luz!!!!!! entendo perfeitamente a necessidade de não haver cesarianas a pedido, mas isso pode afectar as mulheres que desejam pedir um parto natural, confundindo-se os dois tipos de pedido.

Tenho um certo receio de que o não premitir as mulheres escolherem uma cesariana, vá impedir a entrega de um plano de parto...

Substâncias perigosas em pijamas infantis

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«Estudo da Deco avaliou pijamas escolhidos de forma aleatória com base em normas auto--regulatórias

Alexandra Marques

A Deco - Associação de Defesa do Consumidor detectou "substâncias perigosas", por poderem causar alergias, eczemas e irritação na pele, em cinco dos 15 pijamas infantis analisados. As marcas Billy Blue BG Folich, Chicco Chi by Night, Noddy Verbauet), Ruca (Fábrica de Tecidos Jacinto) e Prénatal Giants Club apresentaram ftalatos.

Esta substância plastificante encontra-se nos estampados e "estudos animais mostram que que pode prejudicar o fígado e os rins". O artigo publicado na "Teste Saúde" de Abril alerta ainda para o facto destes químicos serem "sobretudo perigosos em artigos de puericultura destinados a crinças pequenas, que os levam à boca por longos períodos."

No pijama Prénatal Giants Club foi ainda encontrado formaldeído, um composto orgânico "reconhecido como cancerígeno" para o ser humano e "o contacto directo com a pele, em especial das crianças, pode provocar irritação".

Sem propósito publicitário, mas com o intuito de sossegar os pais quanto às restantes dez marcas que passaram no exame, o JN faz questão de as mencionar.

São elas as da Disney Tigger (H&M); Red Code; Oysho Peanuts Snoopy; Piratas das Caraíbas (La Redoute); C&A Disney Pixar, Zara Super Homem; Graipe de Rêve (Fabio Lucci); Benetton Red Wood Mall; Petit Patapon Bed Time e Disney Minnie Dance. Por não haver uma lei reguladora para os têxteis infantis, a Deco avaliou o teor de químicos "com base na norma ÖKo-Tex Standard 100" e os ftalatos pela "directiva dos brinquedos e artigos de puericultura".

A Deco informou os respectivos fabricantes do resultado do estudo, mas segundo Fátima Ramos, apenas a Billy Blue reagiu, garantindo que a próxima colecção já não conterá a tal substância. A Prénatal respondeu que os seus pijamas "estavam dentro da lei".

Porque foi analisada a presença de corantes, formaldeído, ftalatos, benzeno e metais pesados e destas substâncias "apenas os corantes azóicos, que libertam compostos cancerígenos, têm limites definidos numa directiva".

"A escolha foi aleatória. Procurámos marcas representativas e fomos a grandes cadeias de distribuição e hipermercados", explicou a técnica, que adiantou ao JN estar este resultado "dentro da média europeia". Ou mesmo acima, uma vez que em Portugal não foram detectados corantes.

A quem compra roupa para crianças, Fátima Ramos aconselha a preferência pelo rótulo ecológico europeu ou Öko-Tex, como garantia de ausência de químicos nocivos e a lavagem obrigatória e prévia de qualquer peça têxtil (a elevadas temperaturas) "porque desta forma se elimina grande parte do risco.»

Jornal de Notícias

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